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. 23.Set.1949
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| 1970 |

No seguimento do que já vinha sendo hábito, o novo projecto de Springsteen seria ele também de curta duração. A banda Steel Mill obteve algum reconhecimento na altura por parte da crítica e também do público. Chegariam a fazer uma pequena digressão na Califórnia, tocando em clubes da zona, e gravaram algumas demos em estúdio que nunca chegaram a ver a luz do dia. A oportunidade de gravar um álbum surgiu a certa altura mas foi recusada e pouco tempo depois a banda terminava.


Steel Mill

| 1971 |

Em 1971, Bruce forma os Dr. Zoom & the Sonic Boom, que também teriam uma existência muito curta. Foi uma época de muitas experiências com diferentes músicos, provavelmente tentando encontrar o seu caminho. Não faltaria muito para que tal acontecesse.


Dr. Zoom & the Sonic Boom

| 1972 |

No ano seguinte seria simplesmente, The Bruce Springsteen Band. Uma banda com direito a vozes femininas no coro e uma pequena secção de metais. Os espectáculos contam-se pelos dedos de uma mão, e mais uma vez, tudo começava como tinha acabado... rápido.


The Bruce Springsteen Band

Ainda em 1972 surge a mítica E Street Band. No entanto a sua formação não seria para já definitiva. Entretanto, Springsteen já tocava sozinho em bares locais quando conhece Mike Appel, que depressa se torna no seu manager.

Através de Mike Appel, Bruce consegue uma audição com o AR da CBS/Columbia, John Hammond, o mesmo que tinha descoberto Bob Dylan poucos anos antes.
Hammond fica tão impressionado com a prestação de Bruce que decide agendar uma audição a sério com os "grandes" da Columbia, nessa mesma noite, no Gaslight Club em Nova Iorque. A audição é um sucesso e Springsteen assina um contrato para dez álbuns com a CBS.
Grava também umas demos para Hammond, sozinho mais a sua guitarra acústica e um piano. Quatro das músicas tocadas nesse dia fazem parte do alinhamento do primeiro CD da caixa Tracks editada em 1998. São elas, "Mary Queen of Arkansas", "It's Hard to be A Saint In the City", "Growin' Up" e "Does This Bus Stop at 82nd Street?", que também farão parte do primeiro álbum.
Apesar de tocar com uma banda de apoio, o desejo da editora era que Springsteen fosse mais um artista folk, na linha do Bob Dylan.


Bruce Springsteen e John Hammond

| 1973 |

Greetings From Asbury Park, N.J., é o primeiro álbum oficial de Bruce lançado no início do ano. Apesar de ter feito uma digressão de apoio ao disco, este não chega a ser um sucesso de vendas. Bruce Springsteen já com a E Street Band, fazem inclusivé algumas primeiras partes dos concertos dos Chicago.


Greetings From Asbury Park, N.J.

Com o relativo insucesso comercial do primeiro trabalho e antes do final do ano, Springsteen grava e edita o seu segundo, The Wild, the Innocent & the E Street Shuffle. Mais uma vez na estrada para promover o novo trabalho, isso não é suficiente para que as vendas superem as expectativas, em particular, da editora. No entanto, os espectáculos ao vivo são um sucesso.


The Wild, the Innocent & the E Street Shuffle

| 1974 |

Na assistência do concerto de Maio no Harvard Square Theater, Cambridge, Massachusetts, está o crítico de música Jon Landau, que escreve artigos para o The Real Paper e para a Rolling Stone. No final do espectáculo, inspirado pelo que tinha presenciado, escreve na sua crónica sobre o mesmo, uma das frases míticas do jornalismo musical: "I saw rock and roll future and its name is Bruce Springsteen". Esta frase seria aproveitada pela editora de Springsteen para promover de novo os seus dois álbuns.


Jon Landau e Bruce Springsteen

Por essa altura já os acordes de "Born to Run" ecoam pelas salas de espectáculos onde Bruce toca. Esta música irá dar finalmente a conhecer o nome de Springsteen a milhões de pessoas.

| 1975 |


O terceiro álbum do Boss é editado. "Born to Run" é co-produzido pela primeira vez por Jon Landau, o que na realidade não agradou muito a Mike Appel, também ele co-produtor.


Born to Run

O novo trabalho é um sucesso, e no dia 27 de Outubro, Bruce aparece simultaneamente na capa das revistas Time e Newsweek.


Revistas Time e Newsweek, 1975

Com a chegada do final do ano, é realizada pela primeira vez, uma tournée europeia de quatro datas em três cidades. Ao que parece, os posters de promoção aos concertos, com a frase "Finally. The world is ready for Bruce Springsteen", não foram do seu agrado, chegando mesmo a rasgar alguns.


"Finally. The world is ready for Bruce Springsteen"

: 1976 :

Depois de um concerto em Memphis, Springsteen e Van Zandt apanham um táxi que os levará a casa de Elvis Presley, em Graceland. Elvis foi uma grande influência para Bruce, que tentou conhecê-lo pessoalmente, mas sem sucesso, uma vez que ao trepar o muro que rodeia a mansão, foi logo apanhado por um polícia que o pôs dali para fora.


Elvis Presley

Springsteen entra com um processo em tribunal, contra o seu manager Mike Appel, acusando-o de fraude e alegada quebra de confiança. Este processo iria levar algum tempo até ser resolvido, o que impediu Bruce de entrar em estúdio.


Mike Appel e Bruce Springsteen

: 1977 :

Bruce Springsteen e Mike Appel fazem um acordo fora do tribunal, o qual levará o Boss a ter total controlo da sua música. Em meados do ano e até ao final, Springsteen entra em estúdio para gravar aquele que seria o seu quarto álbum de originais.

: 1978 :

"Darkness on the Edge of Town" é finalmente editado. A tournée de apoio ao álbum é considerada uma das melhores de Springsteen. Os concertos tornam-se lendários, chegando muitas vezes a ultrapassar as três horas de duração. Em Setembro, no Capitol Theatre em Passaic, New Jersey, três datas da tournée ficarão famosas pela sua magnitude. São uma das gravações piratas mais famosas do Boss.


Darkness on the Edge of Town

Bruce Springsteen é pela primeira vez na sua carreira, capa da revista Rolling Stone.


Revista Rolling Stone, 1978

: 1979 :

Depois do final da tournée de "Darkness on the Edge of Town", Bruce entra novamente em estúdio para gravar mais um álbum. No entanto, será forçado a interromper temporariamente as sessões de gravação, devido a um acidente de mota.

Nos dias 22 e 23 de Setembro, Springsteen junta-se a outros artistas, em protesto contra o nuclear. Entre esses artistas incluem-se, Tom Petty, Bonnie Raitt, Jackson Browne e Chaka Khan, nos concertos que serão conhecidos por "No Nukes". Na segunda noite, que é também a sua data de aniversário, Springsteen atira um bolo para a audiência, e puxa a sua ex-namorada, a fotógrafa Lynn Goldsmith para cima do palco, para uma humilhação pública. Seria editado mais tarde, um álbum e um filme sobre estes concertos.


No Nukes

A nova música "The River", teve honras de estreia nestes espectáculos...



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Bruce Springsteen & the E Street Band - Badlands Portugal - 2001/2016

"It ain't no sin to be glad you're alive"
Badlands, Darkness On the Edge Of Town, 1978